Só vêem confirmar o que os monárquicos dizem - um PR é facilmente comprometido com interesses, lobbies ou Partidos, quer seja verdade ou não.
Ambos os Partidos, fazem jus ao antigo rotativismo decrépito, dos últimos anos da Monarquia.
O PR, faz jus a ele próprio - um político, ainda que reformado, nunca deixa de ser político; é de certa forma, um cadastrado, com um passado de delinquência política. Toda a gente sabe onde ele andou - os becos da política, especialmente a Portuguesa, são muito mal frequentados, pelo que dificilmente alguém emerge limpo da lama política. Fica sempre a mácula, embora no caso de Cavaco Silva, ficam também algumas migalhas de bolo-rei.
Nem interessa quem vigiou quem, quem ajudou na campanha de quem, quem puxou o tapete ao Santana, etc, etc, etc. A suspeita, a tentação, a tensão entre Governo e PR pesará sempre sobre a República - ainda p'ra mais num país destes, em que desde o merceeiro até ao deputado e ao PR, todos pedem e devem favores.
Só numa Monarquia há equidistância e independência plena. Por isso mataram D. carlos I. Não me canso de o afirmar, até que a sua memória seja reabilitada.

Com permissão de Sua Majestade
Fica ainda a propósito, um livro que já saiu há algum tempo, mas passou convenientemente despercebido. Uma pérola de Jorge Morais, que demonstra como Portugal foi vendido por figurões republicanos e maçónicos, a interesses particulares e a estrangeiros.
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